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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Férias!!!

quinta-feira, 22 de julho de 2010 1
- Férias, aí vou eu!

Pessoal,
Estou de férias, e não vou viajar. Então queria pedir dicas a vocês, quais praias vocês acham bacana de ir? Agora por favor, nada de praia que seja de difícil acesso. Porque da última vez em que fui à praia, foi meio complicado.
Fui à Carapibus com minha mãe e a vizinha. A praia é bem bonita, mas em compensação, o acesso é péssimo. Ruas esburacadas, ladeiras e o pior: ladeiras de barro esburacadas. Na hora de voltar o carro estancou numa ladeira lá, e tive que orar muito pra ele funcionar. Vocês sabem, Ford Ka não tem, assim muita força. Mas, não foi culpa dele, nem minha, o problema era a ladeira mesmo.
Por falar em aclive (esse é o nome chique para ladeira), antes de eu ganhar esse carro, estava conversando com uns amigos sobre carros. Um deles, chamado Leko, disse que o pior carro que ele já tinha dirigido na vida tinha sido um Ford Ka, exagerado! A explicação dele é que se tratava de um carro sem muita potência, e que uma vez tinha estancado numa ladeira, só porque o ar-condicionado estava ligado. Não levei em conta o que ele disse.
Então, num belo dia, estava eu subindo a ladeira que liga o Castelo Branco ao Miramar, com o ar-condicionado ligado. E não é que o carro estancou! Fiquei doida, o que danado é isso, eu pensei? Será que fiz alguma coisa errada? Sim, porque há um tempo, quando estava subindo uma ladeira, se o carro ficava morrendo ao invés de eu diminuir a marcha, eu aumentava. Até que me disseram que o procedimento estava errado. Mas, dessa vez estava tudo certo. Aí lembrei o que Leko disse. Era o ar-condicionado que tinha feito o carro parar. Tadinho, ficou sem força, porque o ar estava ligado.
Então, me dêem dicas de boas praias, que tenham fácil acesso, ok?

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Tal pai, tal filha? Tomara que não!

quarta-feira, 21 de julho de 2010 0


Olá pessoal,
Dia desses aconteceu algo lamentável com meu pai. Nem pensei em postar aqui porque o intuito desse blog é divertir vocês. Mas, apesar de se tratar de um episódio trágico, as circunstâncias em que ele se deu foram bem cômicas. Num dia comum, ligo para meu pai e lhe faço aquela velha pergunta: Como estão as coisas? Ele me responde: Está tudo bem, tirando o fato de que eu sofri um acidente de trânsito ontem e estou com três pontos na testa.
Fiquei louca, claro! Preocupada, comecei a fazer mil perguntas. Perguntei se ele estava bem mesmo, se não sentia dor nenhuma e tal. Ele me disse que estava tudo bem e que eu não precisava ficar preocupada. Perguntei a respeito do carro, ele me disse que a frente estava totalmente destruída. Então perguntei como tinha ficado o outro carro, o que ele bateu.
Ele me disse: Não tinha outro carro.
Eu: Como assim? E o senhor bateu onde?
Ele respondeu: Bati num poste.
Eu: Num poste?
Não agüentei e caí na risada. Como pode alguém sozinho bater num poste e arrebentar a frente do carro todinho? (risos)

Pra completar ele disse que bateu num poste lá da Lagoa, do Parque Sólon de Lucena. Tem noção? Ele subiu naquela calçada da Lagoa e bateu num poste de lá. Graças a Deus que tinha aquele poste, senão o carro poderia ter caído dentro da Lagoa, o que seria pior ainda.

Sempre me preocupei com o jeito que ele dirige. Porque o carro dele é automático, então como só tem acelerador e freio, e ele anda igual a um doido. Mas, nunca pensei que ele pudesse chegar a tanto. Agora, tadinho está sem carro.

Modéstia parte, acho milhões de vezes mais perigoso andar com ele do que comigo. Concordam?

terça-feira, 6 de julho de 2010

Caos no trânsito

terça-feira, 6 de julho de 2010 0
Bem pessoal, já havíamos preparado um post pra compartilhar com vocês a respeito de como fica o trânsito de João Pessoa nos dias que nossa Seleção Brasileira joga. Apesar de termos perdido o jogo, não podemos perder o post. Precisava comentar como o tráfego de veículos fica num alvoroço só! Buzinas pra todo lado, filas de automóveis congestionados, cada um que queira passar por cima do outro e etc. No dia do último jogo, triste dia por sinal, cheguei a presenciar um acidente envolvendo dois carros, graças a Deus ninguém se machucou, foi só o prejuízo financeiro mesmo. Tudo isso pra não perder nenhum minuto do jogo que aconteceu no dia 02/07/2010 ás 11:00. Lamento muito por quem bateu o carro, na pressa de assistir aquela partida terrível! Prezados motoristas, não vale a pena fazer isso, ok?
Sigam meu exemplo. Lá no meu trabalho fomos liberados das 10:00 ás 14:00 para assistir o jogo em casa, no caminho vinha um veículo atrás do meu, bem colado, dando sinal com luz alta para eu sair da frente ou ir mais rápido, não fiz nem uma coisa nem outra, os incomodados que se mudem! Não dava pra mudar de faixa, pois ela estava muito cheia e se eu fosse dirigir muito rápido podia bater e morrer. E será que vale a pena, eu pensei... Eu morro e os jogadores do Brasil continuam aí, vivos, ricos e famosos. Não, não valia mesmo o sacrifício.
Até a esposa do Kaká, Caroline Celico, comentou no seu twitter "Mãe e filho caem da ambulância, morrem os dois, e tem gente chorando por 22 milionários". Se ela disse isso, não preciso dizer mais nada.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Viagem Serrambi – PE (A volta)

quarta-feira, 30 de junho de 2010 0

Dizem que a volta é sempre mais curta que a ida. Realmente, no meu caso foi sim. A volta foi mais curta e mais calma, porque eu já estava familiarizada com o caminho e tudo mais.
Teria sido mais calma ainda não fosse por um incidente. Aconteceu assim, estava eu na BR que liga Recife a João Pessoa, quando vejo um homem na beira da estrada fazendo sinal com a mão, de cima para baixo, como se estivesse abanando alguma coisa. Eu disse a minha mãe: Olha só o doido, até parece que alguém vai dar carona a ele, é cada um viu! Passei direto, bem rápido. Quando chego mais adiante, tem um grupo de pessoas fazendo a mesma coisa. Eu disse, não é possível, olha o tanto de gente pedindo carona! Minha mãe disse: menina olha direito! Quando eu olho, tinha um carro capotado no acostamento, um homem com a cabeça toda ferida e parecia que tinha alguém preso nas ferragens do carro capotado. Pra piorar, olho pra cima e vejo um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal tentando pousar bem em cima do meu carro! Gelei! Meu carro era o primeiro da fila – imaginem por que – a essa altura já estava parada, o helicóptero pousou bem atrás de nós. Na hora fiquei assustada, nervosa... Me senti num filme de ação e terror junto.
Depois contando ao pessoal do trabalho, todo mundo morreu de rir com a história do homem pedindo carona, quando na verdade ele estava pedindo pra diminuir a velocidade! Se não fosse trágico, seria cômico!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Atolada

quinta-feira, 8 de abril de 2010 0
Por Lídia Raquel

Serrambi é uma vila de pescadores bem pequenininha e linda! Fui na sexta. No sábado, inventei de tentar ir à Porto de Galinhas, não sei pra quê, só pra me irritar. Perguntei a um bugueiro como fazia para chegar em Porto, ele me ensinou o caminho da estrada de barro. Um caminho que só daria pra ir de bugre mesmo. Tentei entrar nessa tal estrada, me ferrei! Era uma terra de barro batido, cheio de cana-de-açúcar por todos os lados, bem estreitinho. Em um determinado ponto, achei que se colocasse o carro lá eu iria atolar, porque a estrada parecia que estava fofa ou sei lá. Desci do carro para ver se dava ou não pra continuar, não dava. Fui andando em cima do barro quando menos espero – ATOLEI! Foi horrível! Comecei a gritar – mãe, socorrooooo! Eu vou morrer aqui atolada. Fiquei com medo de ter uma cobra ali, ou um carangueijo ou sei lá o quê. Minha irmã foi lá me puxar, saí com o pé todo imundo... A sandália, eu não consegui recuperar, ficou lá na lama. Óbvio que eu desisti de ir visitar Porto depois de uma dessa. Voltei correndo para o Hotel e fui me lavar. O resto do dia não quis nem ver mais carro, fiquei só curtindo a praia e o Hotel.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A viagem: Serrambi – PE (A ida)

quinta-feira, 1 de abril de 2010 1
Por Lidia Raquel

Fui à Serrambi, passar um fim-de-semana lá. Foi ótimo, tirando alguns aperreios que passei até conseguir chegar lá. Todo mundo disse que eu era louca de sair dirigindo daqui até Porto de Galinhas.
Vamos aos fatores contrários a minha ida: Nunca saí de JP dirigindo, uma parte da BR está em construção, eu não sei o caminho e sou capaz de me perder até indo pra casa, a estrada de Porto de Galinhas é cheia de curvas e muito perigosa, são muitas horas de viagem principalmente pra mim que vou devagar e etc.
Não me importei com esses fatores, metí a cara e fui. Parecia que não chegar nunca! Quanto mais eu dirigia mais tinha chão... Arranjei um GPS emprestado, até chegar em Recife ele funcionou muito bem, só que a partir de Cabo de Santo Agostinho ele já não dizia mais o caminho certo, pois as estradas mudaram... Errei o caminho, tinha que parar toda hora e perguntar a alguém... Já estava morta de cansada, até que graças a Deus cheguei! Depois de 04 horas e meia dirigindo...

terça-feira, 30 de março de 2010

O dia em que meu carro foi rebocado

terça-feira, 30 de março de 2010 0

Por Lídia Raquel

Como já disse no post anterior, uma das minhas maiores dificuldades era estacionar direito. Num belo dia, saí de casa atrasada – mulher sempre está atrasada – e fui à igreja por volta das 19 horas. Lá não tem estacionamento, e todo mundo estaciona na rua, perto das calçadas... Estacionei o meu carro nas pressas e saí correndo.

Quando o culto já estava quase acabando, chega um rapaz lá na frente e diz o seguinte: Olhem acabei de ver um carro Ford Ka vermelho de placa tal, tal, tal sendo REBOCADO.

Meu mundo caiu!
Saí da igreja chorando desesperada, não estava acreditando naquilo, eu não tinha um centavo nem pra pegar um ônibus... Fui lá ver o que tinha feito de errado, tinha sido um “pobre velhinho” que queria sair de casa e eu tinha estacionado meu carro bem em frente à garagem dele, impedindo assim a sua passagem. Quando cheguei à frente da casa dele, estava tudo escuro e o carro dele estava dentro da garagem, Os vizinhos dele disseram que ele tinha feito de propósito, só pra fazer o mal, aquele malvado! Ele não quis se pronunciar... Acho que já estava satisfeito com a minha dor! E quando me disseram que além da multa eu ainda teria que pagar o reboque, se quisesse ter meu carro de volta, fiquei passada! Rebocam meu carro sem minha autorização, sem nem eu saber, e eu ainda tenho que pagar pelo serviço sujo deles, isso é uma vergonha!

Vim pra casa de carona, chorando por causa da vergonha que estava passando, por causa da multa que ia pagar, por causa do reboque que eu ia pagar e etc. Quando cheguei em casa, só queria deitar e dormir, mas para meu desespero maior, eu simplesmente havia esquecido a chave da casa dentro do carro! Foi aquele fuzuê pra ir lá no CPTrans buscar a chave do carro...
Depois fiquei famosa na igreja como a menina que estaciona errado, até quem nunca tinha falado comigo antes veio me perguntar como eu tinha feito uma coisa daquelas... Se não bastasse no outro dia ainda tive que ouvir uma de minhas tias perguntar: Por que você foi estacionar em frente a garagem dos outros?! Me deu vontade de responder: porque eu queria um post novo pro meu blog, oras!

sábado, 27 de março de 2010

Perdida

sábado, 27 de março de 2010 1
Por Lidia Raquel

Nunca tive muito senso de direção... Sou do tipo que me perco facilmente! As minhas duas maiores dificuldades eram: Estacionar e chegar onde eu queria sem me perder.
Certo dia, resolvi ir até uma igreja que fica em Manaíra, não é a igreja que eu freqüento, e por isso não sabia direito o caminho... Só sabia o caminho que o ônibus circular faz. Só que o trajeto desse ônibus é incrivelmente enorme, passa por Valentina, Mangabeira, Bancários, Castelo Branco, Tambaú, para enfim chegar a Manaíra! E não tinha nem cabimento eu de carro, fazer o mesmo percurso do ônibus! Então me enchi de coragem e fui.
Lugar de origem: Geisel, lugar de destino: Manaíra. Fui pela BR, depois entrei na Beira Rio, queria entrar na Epitácio Pessoa, só que eu passei direto da entrada que dá acesso a Epitácio, se tem mais de uma entrada eu não sei, só sei que eu só conhecia aquela! E passei da entrada que eu conhecia, e foi aquele desespero! Era de noite, fui parar no Altiplano, aquele bairro esquisito, fiquei com medo de parar e ser assaltada, estuprada ou sei lá mais o quê! O que eu fiz? Fui dirigindo reto toda a vida, entrei na contra mão num certo ponto, foi horrível... Até que cheguei a um posto de gasolina, aos prantos, perguntei ao frentista onde eu estava, e ele me disse: - Em Quadramares. Aí foi que eu chorei mesmo! Perguntei ao moço: Quadramares é algum interior da Paraíba?! Eu já tinha dirigido mais de uma hora, achava que já tinha saído da cidade... Ele disse: calma minha senhora, beba esse copo de água! Quadramares é apenas um bairro de João pessoa mesmo. A senhora já rodou tanto que já está perto da sua casa, fique calma!
A essa altura já tinha desistido de ir à igreja, fui pra casa chorando e cansada de tanto dirigir. Nesse caso seria melhor que eu tivesse feito o caminho que eu conhecia – o caminho do ônibus!

quinta-feira, 25 de março de 2010

A carteira saiu!

quinta-feira, 25 de março de 2010 1
Por Lidia Raquel 

Depois de onze dias da prova, a tão sonhada carteira saiu! O carro eu já tinha, meu pai me deu no meu aniversário de 18 anos– Um Ford Ka vermelho. Peguei a carteira e pensei: Ah, agora é só sair por aí dirigindo sozinha! Que nada! Quiseram antes ver como eu estava me saindo no trânsito, e resultado – eu estava péssima! Então meu pai contratou um rapaz – cujo apelido é Ligeirinho – para me ajudar durante um mês.
O engraçado era quando eu vinha rápido na BR e tinha que frear, aí ele dizia “debrea, debrea, debrea!” E eu dizia a ele, calma, rapaz, eu vou frear, não fique nervoso! Ele dizia você não sabe que eu falo rápido assim mesmo – Não é à toa que o apelido dele é Ligeirinho! E quando eu andava devagar demais ele sempre tinha uma piadinha: Você está acompanhando enterro é minha filha?!
A previsão era de ele me acompanhar durante um mês, mas depois de 08 dias eu já me sentia muito confiante e quis começar a andar sozinha... Então num sábado, fui da casa dele, em Mangabeira até a minha casa que fica no Geisel. O caminho foi tranqüilo, o difícil foi quando cheguei em casa e tive que colocar o carro na garagem. Moro em apartamento e não sei se vocês já notaram, mas as garagens de apartamento são muito apertadinhas, pelo menos a meu ver. Tentei, tentei e não consegui. Chamei o vizinho pra me ajudar e ele ficou do lado de fora dando as orientações, mesmo assim arranhei o carro! O vizinho ficou dizendo que dava, que dava e fui colocando , quando vi já tinha lascado o carro todinho... Só depois é que eu fui ver que o vizinho simplesmente estava bebendo cerveja antes de eu chamá-lo! Não preciso nem dizer mais nada.

terça-feira, 23 de março de 2010

A prova prática

terça-feira, 23 de março de 2010 10
Por Lidia Raquel

Olá pessoal, hoje vou contar a vocês como tudo começou. O grande dia da prova prática no Detran, aconteceu há exatamente 08 meses. Acordei bem cedo e fui muito confiante. Por mais que eu soubesse que não sabia fazer aquelas coisas direito, não me abalei, fui firme e forte. E olhe que eu tinha tudo pra ir nervosa. Porque na penúltima aula prática o meu instrutor olhou pra mim com uma cara bem cínica e me perguntou: - Seu pai não conhece ninguém no Detran? Eu disse: - Não. Ele continuou: - E você conhece alguém lá? Ou tem alguém na sua família que conheça alguém lá? Eu respondi novamente: - Não, professor! Por quê? (Me fazendo de desentendida). Ele disse: - Porque assim, se a gente soltasse uma graninha quem sabe você conseguiria sua carteira... Fiquei altamente indignada! Nem mesmo o meu professor acreditava que eu ia passar?! Disse pra ele que mesmo que eu conhecesse alguém eu não iria fazer uma baixaria daquelas... Eu ia tentar, nem que tivesse que tentar dez vezes!
Não me abalei como já disse. Todo mundo ficou pasmo com minha tranqüilidade. Podia não saber fazer baliza direito, mas de uma coisa eu sabia: ficar apavorada e nervosa não ia resolver nada! E deu certo, eu passei!!!
Por isso, mesmo se você que vai fazer a temida prova, não souber direito o que fazer, o meu conselho é RELAXE.  E não faça como eu, escolha melhor o seu instrutor
 
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